Afável passagem pelo centro de Podentes onde as as almas foram aquecidas com um café amigavelmente oferecido pelas gentes locais.
Paragem de emergência após problema técnico numa infeliz, desditosa e malograda "2 janelas". Enfim, é sempre a mesma... Já não bastam as constantes queixas do proprietário e ainda é preciso arcar com problemas em viagem. Epá, vejam lá se lhe arranjam um motor com 3 ou 4 varandas para ver se o "cobói" se cala!
A reparação da dita cuja... há sempre um
cordelito e uma chave de fendas... Ah! E muito saber à mistura.
E foi assim o passeio do 1º de Maio no qual o Vespalíadas mais uma vez demonstrou o seu estoicismo característico que nem a chuva foi capaz de abalar. Os pormenores de mais esta aventura não podiam deixar de nos inspirar profundamente. E aí está o resultado ao estilo "poético-palavroso".
Vespalíadas é vespismo a valer;É saber amarrar um cromado insolente,É ter à mão um cordel e uma chave suplente;É abraçar o asfalto sem temer.É fazer-se ao caminho pra conhecer;É afavelmente passar por Podentes,É ter um café pago p'las suas gentes;É ter uma alma sempre a ferver.É chegar ao destino na galhofada;É acenar às gentes que passam com prazer;É, porque não? Jogar matrecos na esplanada.E mesmo se a serra da Lousã é preciso subir e descer,Com a estrada, a vespa e a pele molhada,Coimbra, quereremos rever, sem jamais desfalecer.